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Marcador Amarelo

Porque há momentos que merecem destaque!

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Porque há momentos que merecem destaque!

30
Abr16

Nostalgia pré-Queima

Diz que Estuda

'Nunca voltes ao lugar
Onde já foste feliz
Por muito que o coração diga
Não faças o que ele diz

Nada do que por lá vires
Será como no passado
Não queiras reacender
Um lume já apagado'

~Rui Veloso

 

A cada minuto que passa falta menos um minuto para a abertura da Queima das fitas.

Pelas redes sociais já se faz sentir a nostalgia daqueles que, no ano passado, partiram para outra etapa. Nostalgia esta que também se sente por aqueles que se deparam com mais um ano passado e menos um ano possível desta vida. Aqueles que vêem os melhores amigos a acabar os cursos já sentem saudade dos momentos que passaram juntos. Aqueles que são o motivo da existência da Queima mantém-se calados, julgo eu que amedrontados, por estar aí a Última das últimas e por tudo o que ela acarreta.

Este ano sinto algo diferente. Vejo várias pessoas que tomei como exemplo, desde caloira, a dizerem adeus a esta casa. Não sei bem o que sinto, mas que sinto Sinto!

21
Abr16

Esta matéria é desta cadeira?

Diz que Estuda

Hoje cometi um fail.

Tive uma aula extra às 8h20 da manhã, à qual compareci a horas, e o professor despachou-nos uns minutos depois das 9. Quando olhei para o relógio apercebi-me de que tinha uns 40min para ir a casa despachar umas coisas e ir para a aula semanal. Depois de me insultar à brava pelo caminho até à faculdade, lá cheguei ao anfiteatro atrasada uns 10 min. Entrei, fiz barulho com a porta, fiz barulho ao sentar-me e pensei "Damn, já não vinha a esta aula à tanto tempo que nem sabia que esta matéria era dada nesta cadeira!". 

O powerpoint era de uma cor pouco usual, não via a ligação daquela matéria à anterior e o professor não era o regente. Os colegas que estavam sentados mais a baixo iam olhando para trás (para mim) e foi aí que me apercebi de que não conhecia ninguém. Nenhuma cara naquele anfiteatro era familiar. O professor não era familiar (até ele olhou para mim). A matéria não era familiar... "Fuck, que horas são?" Eram 10h20 e no meu horário (que só nesse momento fiz questão de verificar) a minha aula começava às 11h. 

Pus-me a pé e fiz barulho, subi as escadas e fiz barulho, usei a porta e fiz barulho e quando finalmente me vi fora dalí só queria um buraco para me esconder. Não só me enganei na hora, como nem dei pelo erro nos primeiros 10min. É melhor começar a estudar para esta cadeira ou o barulho que se vai ouvir no exame vai ser o meu choro xD

 

 

20
Abr16

And whispered in the sound of silence

Diz que Estuda

 "Fools," said I, "you do not know
Silence like a cancer grows
Hear my words that I might teach you
Take my arms that I might reach you"
But my words like silent raindrops fell
And echoed in the wells of silence

And the people bowed and prayed
To the neon god they made
And the sign flashed out its warning
In the words that it was forming
And the sign said "The words of the prophets are written on the subway walls
And tenement halls
And whispered in the sound of silence"

15
Abr16

O malabarismo de hoje

Diz que Estuda

Que este tempo anda esquisito acho que todos já reparamos. Se bem que, "Abril águas mil"!

Hoje vou voltar para a minha terra natal e estou ansiosa por isso. No entanto, esta chuva e este vento não me dão grande motivação. É uma verdadeira prova de malabarismo ter de apanhar autocarros ou comboios quando se quer ir de fim-de-semana e se tem de levar malas, principalmente se estiver a chover.

Na mão direita puxo a mala de duas rodinhas pelas colinas da cidade e na mão esquerda levo o guarda-chuva que insiste em virar ao contrario à mínima brisa. É a malinha a tira colo a fazer peso contralateralmente à mala ou a mochila do computador às costas que nas subidas só me puxa é para baixo. É o casacão para o frio ou o impermeável para a chuva que passados 5 minutos de sair de casa me deixam a nadar em suor (a nadar não, a deslizar xD). São as dores nos braços ou nas costas que obrigam a trocar a posição de todas as malinhas, algumas vezes ao longo do percurso. É chegar à estação e na fila para pagar o bilhete ter várias pessoas a olhar para mim, espantadas com o meu indomável cabelo que fica todo de pé com a mínima humidade. E eu sorrir-lhes, vermelha que nem um tomate.

 

Imagem retirada da internet

 

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