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Marcador Amarelo

Porque há momentos que merecem destaque!

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15
Abr16

O malabarismo de hoje

Diz que Estuda

Que este tempo anda esquisito acho que todos já reparamos. Se bem que, "Abril águas mil"!

Hoje vou voltar para a minha terra natal e estou ansiosa por isso. No entanto, esta chuva e este vento não me dão grande motivação. É uma verdadeira prova de malabarismo ter de apanhar autocarros ou comboios quando se quer ir de fim-de-semana e se tem de levar malas, principalmente se estiver a chover.

Na mão direita puxo a mala de duas rodinhas pelas colinas da cidade e na mão esquerda levo o guarda-chuva que insiste em virar ao contrario à mínima brisa. É a malinha a tira colo a fazer peso contralateralmente à mala ou a mochila do computador às costas que nas subidas só me puxa é para baixo. É o casacão para o frio ou o impermeável para a chuva que passados 5 minutos de sair de casa me deixam a nadar em suor (a nadar não, a deslizar xD). São as dores nos braços ou nas costas que obrigam a trocar a posição de todas as malinhas, algumas vezes ao longo do percurso. É chegar à estação e na fila para pagar o bilhete ter várias pessoas a olhar para mim, espantadas com o meu indomável cabelo que fica todo de pé com a mínima humidade. E eu sorrir-lhes, vermelha que nem um tomate.

 

Imagem retirada da internet

 

07
Jan16

Em 2016 eu vou cultivar...

Diz que Estuda

Feliz 2016!!!

Já posso contar pelos dedos das mãos os assunto que quero partilhar com vocês desde o início do novo ano. No entanto, nenhum deles merecia ser O primeiro de 2016 e por isso fui adiando.

Eis que hoje surge o assunto perfeito para começar o ano!

Á semelhança do ano passado, este ano vou começar com um post dedicado a uma nova experiência na minha vida. Em 2015 foi o Yoga (que mereceu um destaque pelo Sapo - Obrigada!!!) e em 2016 é a Planta do iogurte!

 

Há também quem lhe chame de flor do iogurte, gãos de Kefir ou simplesmente kefir. Mas afinal, de que é feita esta planta do iogurte, que mais parece uma couve flor?

‘Kefir grains are combinations of yeasts and bacteria living on a substrate made up of a variety of dairy components.’ fonte: http://www.homemademommy.net/2012/09/why-i-love-kefir-and-what-are-kefir-grains.html

Uma combinação de leveduras e bactérias vivas? Mas isso é comestível?

Na verdade, não se consomem os grãos do kefir mas sim o leite que eles fermentam, ou seja, colocam-se os grãos do kefir num recipiente de vidro ou de plástico e depois enche-se com leite (qualquer tipo de leite dá), guarda-se o recipiente fechado num local escuro e esperamos entre 12h e 24h. Depois de passado todo este tempo, separam-se os grãos do leite fermentado et voilá: o verdadeiro Kefir está pronto a consumir :) 

 

Importa referir que o consumo regular de Kefir tem inumeras vantagens para o nosso organismo,  especialmente para o nosso intestino uma vez que a quantidade de próbióticos é bastante elevada.

 

O mais bonito de isto tudo é que os grãos do kefir não estão à venda. Como o planta do iogurte (como eu gosto de lhe chamar) vai crescendo, podemos partilhar com outras pessoas através de doações e nunca por venda! Assim, o uso e cultivo da planta do iogurte tem por base a partilha com os outros, deram-me os grãos de kefir sem pedir nada em troca e eu assim o farei. Doar uma parte da nossa plantinha é bom para quem a recebe e para a saúde da nossa própria produção!

 

Posto isto, resta-me apenas dizer que amanhã vou ter de comprar mais um ou dois frasquinhos de vidro e um coador de plástico para puder manusear a minha planta do iogurte sem a magoar :)

 

Aqui ficam as fotos dos primeiros minutos em casa:

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Em 2016 eu vou cultivar Grãos de Kefir. Wish me luck!!

13
Nov15

Um concerto na Casa da Música

Diz que Estuda

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foto - este momento foi registado pouco depois de entrar na sala, enquato alguns dos músicos ainda estavam a afinar os instrumentos e a "aquecer" 

 

    No passado dia 30 de Outubro assisti a um concerto da Orquestra Sinfónica do Porto na Casa da Música. Inicialmente, quando comprei o bilhete, a peça principal era um Concerto para Violino com a violinista Leticia Moreno que acabou por não se realizar uma vez que esta cancelou a sua presença por motivo de doença, segundo o site. Fiquei um pouco triste mas não foi motivo para desistir, tinha a segunda peça para desfrutar.

    Estava a precisar de sair de casa, fazer um pausa no estudo, fazer algo que não faça todos os dias e que simultaneamente seja do meu agrado.  Não conhecia a Sinfonia no. 1 de Mahler de cor e salteado porque só a tinha ouvido umas três ou quatro vezes (com muito pouca atenção, confesso) e por isso alguma da minha interpretação da obra foi feita no momento, ao vivo.

    Simplesmente adorei! Não estava à espera de gostar tanto. Para além de a sala Suggia ser fantástica, de a orquestra ser muito boa e de a obra ser muito bonita, a relevância que Mahler deu às Trompas fez-me vibrar imenso. Sempre potentissimas, masgestosas e interventivas as Trompas que no final, ao porem-se de pé e tocarem ainda mais alto me fizeram extremecer, entrar em extase!

       Se tiverem oportunidade, não fiquem em casa a tornar mais uma sexta-feira banal, descolem o rabiosque do sofá e ponham-se à prova. Para ir a um concerto na casa da música (ou noutro sítio qualquer) não é necessário muito conhecimento musical nem uma roupa chiquérrima. (Eu fui arranjada o suficiente - porque fizeram pressão para que assim fosse - para quase ter sido assaltada numa das saídas da rotunda da boavista.)

 

  A única crítica que posso tecer ao evento foi a inexistencia de uma peça S.O.S. para colmatar eventuais contratempos. A solista não pode comparecer e se houvesse uma peça (por mais simples e conhecida que fosse) na ponta dos dedos, o público teriam ficado mais confortado e menos sentido. Para além do site, não vi em mais lado algum um pedido de desculpas. 

 

      Deixo-vos com a Sinfonia no.1 de Mahler. Ao vivo é muito melhor ;)

 

19
Mai15

Vontade não me falta, agora dinheiro...

Diz que Estuda

Tenho andado com ideias de me candidatar a programas de voluntariado internacional.

Há uns meses andei a pesquisar sobre o assunto e havia um na Holanda que me agradava. Com medo da carta de motivação deixei o assunto arrastar-se e apercebi-me agora que os prazos para as candidaturas foram por água abaixo. 

Queria ficar pela Europa e tenho me vindo a aperceber de que a maioria dos programas são na África do Sul, Equador, Índia, China o que não ajuda nada. É claro que isto não devia ser impeditivo mas eu sou novata nisto e ficar em Espanha não é a mesma coisa do que ir parar à China. 

Também devo dizer que havia um programa de conservação marinha que me despertou o interesse e depois quando cheguei aos requisitos era só até ao 18 anos. Damn! Estou a ficar velha! 

Agora descobri outro em que a acomodação é em tendas partilhadas e tenho de me levantar de madrugada para caminhadas de 5km non-stop e fazer local awareness e oh my god, é tão perfeito! Eu querooooo!!!

Mas há um problema: dinheiro!
Parece que é o mal de muita gente, não é verdade? Como é que eu vou arranjar dinheiro para pagar 2 viagens de avião e tudo o que me apetecer ou tiver de comprar antes, durante ou após a minha bela estadia por lá... Acabei de enviar um email aos meus pais com o link do projecto mas nem me lembrei do dinheiro... Vão pensar que lhes estou a pedir financiamento. Acho que me vão mandar às favas!