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Marcador Amarelo

Porque há momentos que merecem destaque!

Marcador Amarelo

Porque há momentos que merecem destaque!

19
Jun16

Foi tão inocente...

Diz que Estuda

Ontem, quando cheguei a casa, contei às minhas colegas que tinha ido ver o jogo da selecção a uma praça com um ecrã gigante. Até aqui não vemos nada de mal, o problema foi na forma como eu lhes cedi esta informação...

Fui ver o jogo da selecção e comi uma salsicha!!

Escusado será dizer que começaram num alarido e com umas gargalhadas tão altas que temi que os vizinhos me viessem bater à porta! Uma pessoa já não pode fazer um comentário sem pensar 5 vezes ou arrisca-se a ser alvo de gozo....das amigas. 

27
Mai16

Ao alcance da nossa Visão.

Diz que Estuda

E hoje apercebi-me de como não vale a pena discutir qualquer tipo de assunto com uma colega. Apercebi-me hoje do seu mecanismo e da forma como argumenta. Apercebi-me também de como os outros intervenientes não atentam à forma como não responde verdadeiramente às perguntas. Lanço uma questão que engloba um todo, a sociedade, e responde-me sobre si e o seu umbigo. 

Pergunto se não concorda que estamos todos viciados nos PCs e responde-me que o PC dela é super importante e insubstituível. Digo-lhe que vivia na mesma sem ele e responde-me que as pessoas é que tem de se controlar. Comento que há pessoas que estão a voltar à idade da pedra e repreende-me por não achar que devamos ser todos obrigados a fazer o mesmo. Mas caramba, eu não disse que éramos todos obrigados a voltar. Disse apenas que algumas pessoas tomaram essa opção. Estou só a querer debater uma decisão de outrem, que tem os seus motivos e, quem sabe, não me dá motivos também a mim. Estou só a dar a conhecer outras formas de ver o mundo e de como nós, aqui na nossa zona de conforto, não estamos a fazer nada por ele. Sim, eu vivia sem computador. Sim, eu vivia sem telemóvel. Considero-o uma prisão? Sim, considero! Mas não afirmo que seja só prejuízo porque tenho bem noção do quanto me facilita a vida. Não estou a pedir que vivas sem telemóvel, computador ou que não comas carne. Estou só a sugerir uma reflexão sobre estes assuntos. Porque nem sempre estamos certos e nem sempre estamos errados. Porque é que, de vez em quando, os outros não podem ter visões de maior alcance do que a nossa? Estou farta de pessoas obtusas, que só vêem o que querem ver. E com isto, não sei se estou farta dos outros ou se estou farta de mim mesma. Espero ter visão suficiente para vir a descobrir.

16
Mai16

Um poio de um T-rex

Diz que Estuda

Experimentem escrever "Ex boyfriend" no youtube ou no google. Sabem o que vão encontrar? Vão encontrar uma panóplia de vídeos e textos de "como fazê-lo sentir a tua falta", "bring him back", "make him notice you again" e mais e mais treta deste género que visa "ajudar" alguém desesperado. Sabem que mais? Estão a faltar textos na direcção oposta. Fiz esta pesquisa só por curiosidade e para confirmar as minhas suspeitas. O que eu precisava mesmo (se fosse daquelas pessoas que recorre à net para saber o que dizer nestas situações) era de textos "Como fazê-lo deixá-la em paz", "Como fazê-lo entender que você só quer distancia", "How to make him understand that you are no crying for him and you never were". 

 

O que aconteceu entre nós já foi há séculos e está tão enterrado, tão profundo na crosta terrestre, que se fosse um fóssil, seria certamente um poio de um T-rex. 

 

15
Abr16

O malabarismo de hoje

Diz que Estuda

Que este tempo anda esquisito acho que todos já reparamos. Se bem que, "Abril águas mil"!

Hoje vou voltar para a minha terra natal e estou ansiosa por isso. No entanto, esta chuva e este vento não me dão grande motivação. É uma verdadeira prova de malabarismo ter de apanhar autocarros ou comboios quando se quer ir de fim-de-semana e se tem de levar malas, principalmente se estiver a chover.

Na mão direita puxo a mala de duas rodinhas pelas colinas da cidade e na mão esquerda levo o guarda-chuva que insiste em virar ao contrario à mínima brisa. É a malinha a tira colo a fazer peso contralateralmente à mala ou a mochila do computador às costas que nas subidas só me puxa é para baixo. É o casacão para o frio ou o impermeável para a chuva que passados 5 minutos de sair de casa me deixam a nadar em suor (a nadar não, a deslizar xD). São as dores nos braços ou nas costas que obrigam a trocar a posição de todas as malinhas, algumas vezes ao longo do percurso. É chegar à estação e na fila para pagar o bilhete ter várias pessoas a olhar para mim, espantadas com o meu indomável cabelo que fica todo de pé com a mínima humidade. E eu sorrir-lhes, vermelha que nem um tomate.

 

Imagem retirada da internet